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Crianças devem ter tempo em frente a telas limitado a uma hora, garante OMS
Geral | 25/04/2019 10:44 | RIC/ Notícias do Dia | Fotos:

A OMS (Organização Mundial de Saúde) divulgou nesta quarta-feira (24) um estudo que diz que crianças de até quatro anos devem passar, no máximo, uma hora em frente a telas de forma sedentária, como assistir TV ou vídeos ou jogar no computador.

Para quem tem até um ano, não é recomendado ter contato com telas; para as crianças de um ano, não é recomendado tempo sedentário de tela e, para as de dois anos, um tempo de até uma hora (preferencialmente menos). Para aquelas que têm entre três e quatro anos, o tempo sedentário de tela também não deve ultrapassar uma hora, sendo quanto menos, melhor.

O estudo apontou que crianças de até cinco anos devem passar menos tempo sentados em frente a telas ou contidos em carrinhos de bebê e assentos, ter melhor qualidade de sono e mais tempo para atividades físicas para crescerem saudáveis.

Nos casos de sedentarismo, a OMS encoraja, independente da idade, a leitura e a contação de história. A entidade também destacou a quantidade de sono adequada para a idade: 14-17 horas (até três meses), 12-16 horas (quatro a 11 meses), 11-14 horas (um a dois anos) e 10-13 horas (três a quatro anos).

“O início da infância é um período de rápido desenvolvimento e um tempo quando os padrões de estilo de vida familiar podem ser adaptados para aumentar os ganhos de saúde”, disse o diretor-geral da ONS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

O estudo divulgado pela OMS é um guia sobre atividades físicas, comportamento sedentário e sono  para crianças com até cinco anos desenvolvido por especialistas da organização.

Eles avaliaram os efeitos em crianças do sono inadequado, do tempo passado em frente a telas ou  contidos em carrinhos de bebê e assentos e avaliaram os benefícios do aumento dos níveis de atividade.

“Aumentar a atividade física, reduzir o tempo de sedentarismo e assegurar qualidade de sono em crianças vai melhorar seus físicos, saúde mental e bem-estar e ajudar a prevenir a obesidade infantil e doenças associadas mais tarde em suas vidas”, disse a gestora do programa de vigilância e prevenção de doenças não transmissíveis de base populacional da OMS, Fiona Bull.


* Com informações da OMS

 
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